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sábado, 7 de agosto de 2010
Tempestade solar pode afetar a Terra em 2013
Onda emitida pelo Sol pode causar destruição em massa de equipamentos eletrônicos - e levar a um caos tecnológico.

Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer - e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética - que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.
"O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares", diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência - em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Maneiras de se limpar o Golfo do México
O derramamento de petróleo causado pela British Petroleum no golfo do México é uma catástrofe sem precedentes. A empresa pediu ajuda para resolver o problema - e recebeu mais de 80 mil sugestões pela internet. Das mais sensatas às mais estranhas
Essa técnica, que se chama junk shot, consiste em injetar lixo na tubulação danificada. É uma mistura de cordas, bolinhas de golfe, pedaços de metal e pneus derretidos, que forma uma massa dentro do cano. O método foi usado com sucesso em poços de petróleo no Kuwait, mas não deu certo no vazamento do golfo do México;
Um robô desce até o foco do vazamento. Usando uma tesoura hidráulica, corta a tubulação danificada e instala outro cano - conectado a um navio petroleiro, que suga o óleo. A solução não é permanente (o navio precisa ser trocado quando estiver com o reservatório cheio) nem ideal - o procedimento foi aplicado no golfo do México, mas parte do óleo continuou vazando.
A ideia é cavar um buraco ao lado do vazamento e instalar ali um novo poço, com uma nova tubulação, conjunto de válvulas etc. Essa solução é considerada definitiva, mas é a mais trabalhosa e não dá resultado imediato - o poço demora cerca de 3 meses para ficar pronto. Precisaria ser utilizada junto com outra medida que estancasse temporariamente o óleo até o poço ser perfurado.
Não é brincadeira. Segundo o jornal russo Pravda, a antiga URSS detonou 5 bombas atômicas sob a água para estancar vazamentos de óleo e gás na década de 1970. A pressão gerada pela explosão tapa o vazamento de uma vez por todas. Mas aniquila a vida marinha local - sem falar no possível vazamento de radioatividade no oceano.
Astro da ficção apocalíptica Waterworld (em que o mundo é devastado pelo aquecimento global), Costner também é investidor em empresas de tecnologia ambiental. Ele gastou US$ 24 milhões para desenvolver uma centrífuga que supostamente é capaz de limpar até 97% do petróleo derramado na água. A British Petroleum já aceitou testar 6 dessas máquinas.
Fonte:Revista Superinteressante – 07/2010
sábado, 27 de março de 2010
Viva o verde na Discovery Kids
Não vou mentir. Às vezes fico na frente da tevê, mas porque cuido do meu irmão e ele só assiste ao Discovery Kids e outro dia assistindo parei para prestar a atenção e vi que os comerciais ensinam as crianças desde cedo a cuidar do planeta. Aqui alguns video:
Tem um que é mais legal, mas não tem como postá-lo então vou deixar o link: viva-o-verde-no-discovery-kids
Tem um que é mais legal, mas não tem como postá-lo então vou deixar o link: viva-o-verde-no-discovery-kids
domingo, 14 de fevereiro de 2010
People Tree
Está aí uma coisa que ninguém jamais pensou que poderia ser uma idéia ‘eco’. Uma linha de roupas feitas com materiais recicláveis que promovem a sustentabilidade social, ecologia e ambiental. È exatamente isso que a People Tree faz dentro de suas fabricas de roupas, que agora são produzidas com a a ajuda de ninguém menos que Emma Watson, a eterna Hermione Granger de Harry Potter.Mas não falamos falar de seu papel como atriz e sim das roupas que ela criou para ajudar a divulgar essa idéia super legal se roupas ecológicas.
Politica de ecologia da People Tree:
Pessoas com as quais trabalhamos têm, alguns das menores pegadas ambientais em todo o mundo. Eles vivem e trabalham nas Comunidades sem maioria dos fundamentos da vida moderna – incluindo a eletricidade. Eles compram alguns bens de consumo, ingerm alimentos produzidos localmente e utilizam métodos de produção de mão para ganhar a vida. Além disso, muitos são diretamente ameaçados pelo impacto ambiental dos nossos estilos de vida e hábitos de compras no Ocidente - a poluição proveniente de produtos fabricados por nós e decorrentes de aquecimento global da energia que consumimos. Justiça ambiental, não se trata. Árvore de pessoas projeta vestuário para ser produzido pela mão, tanto quanto possível, para que nossos produtos também têm pequenas-pegadas de carbono. O resto da nossa política de eco é bastante direto. Promovemos a agricultura de algodão naturais e orgânicos. E podemos evitar o uso de substâncias químicas nocivas na produção (sempre que possível, em vez disso, usamos matérias recicláveis e biodegradáveis). Além disso, nós tentamos reciclar o que podemos e sempre por objetivo proteger o abastecimento de água e florestas nos ambientes em que trabalhamos. Basicamente, se houver uma forma verde para fazer alguma coisa, que é a forma como tentamos fazê-lo.
E eis aqui as roupas que a Emma criou com essa ideia de materiais reciclaveis:

Realmente, as peças super têm o estilo da Emma, não? E mais, ela também desenhou as roupas masculinas… será que contou com uma ajudinha de seu irmão, Alex (que também participou dessa campanha com ela)?
“Moda é um ótimo jeito de dar voz às pessoas; em vez de dar dinheiro para caridade, você pode ajudar as pessoas ao comprar as roupas que elas fazem e apoiar coisas das quais elas se orgulham. É simples assim”, declarou sobre a coleção, que foi produzida em Bangladesh, Índia e Nepal e são bem baratinhas lá no Reino Unido, variando de 20 a 70 euros. Quem disse que para ser ecologico tem de ser caro?
domingo, 17 de janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Carona sustentavel.
Vamos falar de carros? Mas de alguns tipos diferentes.
Carros elétricos.
A diferença desse carro para os carros comuns é o motor. Enquanto aqueles que vivem na garagem de casa funcionam com combustão do álcool, da gasolina ou a diesel, os carros elétricos são movidos a eletricidade, não liberam Co2 que polui o ar.
A grande maioria deles funcionam basicamente como um aparelho eletronico comum, bastando lifar na tomada para carregar a bateria e, depois, sair dirindo. o único probleminha dele é que o modelo mais vendido nos EUA só consegue andar 64 km até precisar ser carregado novamente. Então, se você mora em uma cidade grande ele precisa ser carregado a cada 2 dias. O bom é que modelos que podem andar mais km estão sendo elaborados, o que pode ajudar a popularizar de vez o carro e ainda salvar o mundo.
Carro solar:
Tem paéneis solares que transformam a luz solar em energia.
Não emitem gases na atmosfera e só depende do sol, que é uma grande energia não esgotável. Pode correr até 3 mil km utilizando a energia equivalente a 5 litros de gasolina.
Carro híbrico:
funciona com bateria elétrica, mas também tem um motor de combustão, para quando a bateria acabar.
è mais barato que os elétricos ( a bateria é de níquel) e polui bem menos que os veículos convencionais.
Ainda assim, emite dioxido de carbono na atmosfera - diferentemente dos vículos elétricos e solare.
Fonte:
Revita Capricho, edição1082, 25 de outubro de 2009, página 105.
Carros elétricos.
A diferença desse carro para os carros comuns é o motor. Enquanto aqueles que vivem na garagem de casa funcionam com combustão do álcool, da gasolina ou a diesel, os carros elétricos são movidos a eletricidade, não liberam Co2 que polui o ar.
A grande maioria deles funcionam basicamente como um aparelho eletronico comum, bastando lifar na tomada para carregar a bateria e, depois, sair dirindo. o único probleminha dele é que o modelo mais vendido nos EUA só consegue andar 64 km até precisar ser carregado novamente. Então, se você mora em uma cidade grande ele precisa ser carregado a cada 2 dias. O bom é que modelos que podem andar mais km estão sendo elaborados, o que pode ajudar a popularizar de vez o carro e ainda salvar o mundo.
Carro solar:
Tem paéneis solares que transformam a luz solar em energia.
Não emitem gases na atmosfera e só depende do sol, que é uma grande energia não esgotável. Pode correr até 3 mil km utilizando a energia equivalente a 5 litros de gasolina.
Carro híbrico:
funciona com bateria elétrica, mas também tem um motor de combustão, para quando a bateria acabar.
è mais barato que os elétricos ( a bateria é de níquel) e polui bem menos que os veículos convencionais.
Ainda assim, emite dioxido de carbono na atmosfera - diferentemente dos vículos elétricos e solare.
Fonte:
Revita Capricho, edição1082, 25 de outubro de 2009, página 105.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Nicole Kuepper

Aos oito anos de idade ela ganhou um carrinho movido a energia solar, as dez um kit de energia solar para crianças - que continha refletor parabólico, tubo de ensaio, bolsa absorvente de calor, lente de aumento e termômetro.
Quando ela e o pai por fim armaram o kit na sacada da casa ela começou a se perguntar como um simples quadradinho (um wafle de sílicio que capta luz) pequininho pode gerar energia. Para ela parecia mágico assistir a eletricidade aparecendo ali. Não havia nada de mais: era penas um pedaço de sílico e o sol.
A influência de seus pais, que são matemáticos, e dos brinquedos despertou nela o interesse pela ciência, principalmente na energia solar. Foi aí que ela resolver entender como tudo aquilo funcionava. No ensino médio Nicloe se envolveu com os assuntos mais mencionados hoje: o aquecimento global e a pobreza. Para ela era inacreditavel haver no mundo cerca de 2 bilhões de pessoas vivendo em condições precárias, onde nem chega eletricicdade. "Resolvi estudar para descobrir como aquele tecnologia que conheci quando era criança poderia fazer diferença no mundo." diz ela.
Com 19 anos, entrou em um curso de engenharia fotovoltatica e energia renovável na Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney. Ela passou os 4 anos seguintes pensando em como transformar energia solar em algo acessível para todos.
Um professor resolveu ajudar em soluções simples para produzir o walfer de sílicio, para não poluir o meio ambiente e que não fosse tão complexo como é o tradicional. "Encontramos a resposta usando impressoras a jatode tinta, químicos inofensivos como acetona e esmalte e um forno de pizza, que usa temperaturas mais baixas."
o que foi por acaso. "Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No fim deu certo sem ele!".
Nesse processo o esmalte é pulverizado sobre as moléculas sílico, que depois passam por uma impressora comum, que, em vez de tinta, usa acetona para moldar as pecinhas. Depois eles são assados no forno de pizza. Nesse método, a temperatura utilizada na criação de painel caiu de 800 para 300graus celsius. Além disso, o walfer criado por ela é bem mais fino que o tradicional.
As pequenas mudanças na criação possibilitou que a célula solar possa ser eita em qualquer lugar do mundo e sem poluir. "Em ciência, a emoção está em quando novas tecnologias chegam a um ponto em que podem ser usadas", diz.
O projeto foi patenteado e batizado de iJet, onde garante que é a forma mais eficaz de se produzir painéis soloras hoje. Mas ele ainda deve demorar cerca de 3 anos para ser comercializado.
Depois de divulgado no site da universidade, Nicole foi procurada por jornalistas locais para dar entrevistas, fazer videos explicativos e visitar outras universidades. "Um dia estou em um laboratório, outro dando uma palestra e outro em Tiwan."
Nicole foi eleita a Jovem Líder em assuntos de meio ambiente e mudança climática do ano na Austrália, ganhou o título de jovem cientista da Austrália, conhecido no país como Oscar da ciência,e ganhou o prêmio jovem do ano pela revista australina People's Choice.
Hoje com 24 anos faz doutorado, é professora, é assintentee de ética na fabricação de energia sustentavel em países desenvolvidos, dá palestras e ainda tira tempo para fazer corrida de carros movidos a energia solar.
"Quero ver a energia solar se tornar fonte de energia de grandes proporções", diz. "Com eletricidade, podemos ouvir rádio e saber o que acontece a nossa volta. Podemos ler à noite. Não precisamos ficar inalando o querosene dos lampiões e poluindo a atmosfera. Podemos armazenar vacinas para curar doenças". Agora seu objetivo é tornar o iJET popular antes de completar 30 anos de idade.
Será que ela consegue?
Quando ela e o pai por fim armaram o kit na sacada da casa ela começou a se perguntar como um simples quadradinho (um wafle de sílicio que capta luz) pequininho pode gerar energia. Para ela parecia mágico assistir a eletricidade aparecendo ali. Não havia nada de mais: era penas um pedaço de sílico e o sol.
A influência de seus pais, que são matemáticos, e dos brinquedos despertou nela o interesse pela ciência, principalmente na energia solar. Foi aí que ela resolver entender como tudo aquilo funcionava. No ensino médio Nicloe se envolveu com os assuntos mais mencionados hoje: o aquecimento global e a pobreza. Para ela era inacreditavel haver no mundo cerca de 2 bilhões de pessoas vivendo em condições precárias, onde nem chega eletricicdade. "Resolvi estudar para descobrir como aquele tecnologia que conheci quando era criança poderia fazer diferença no mundo." diz ela.
Com 19 anos, entrou em um curso de engenharia fotovoltatica e energia renovável na Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney. Ela passou os 4 anos seguintes pensando em como transformar energia solar em algo acessível para todos.
Um professor resolveu ajudar em soluções simples para produzir o walfer de sílicio, para não poluir o meio ambiente e que não fosse tão complexo como é o tradicional. "Encontramos a resposta usando impressoras a jatode tinta, químicos inofensivos como acetona e esmalte e um forno de pizza, que usa temperaturas mais baixas."
o que foi por acaso. "Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No fim deu certo sem ele!".Nesse processo o esmalte é pulverizado sobre as moléculas sílico, que depois passam por uma impressora comum, que, em vez de tinta, usa acetona para moldar as pecinhas. Depois eles são assados no forno de pizza. Nesse método, a temperatura utilizada na criação de painel caiu de 800 para 300graus celsius. Além disso, o walfer criado por ela é bem mais fino que o tradicional.
As pequenas mudanças na criação possibilitou que a célula solar possa ser eita em qualquer lugar do mundo e sem poluir. "Em ciência, a emoção está em quando novas tecnologias chegam a um ponto em que podem ser usadas", diz.
O projeto foi patenteado e batizado de iJet, onde garante que é a forma mais eficaz de se produzir painéis soloras hoje. Mas ele ainda deve demorar cerca de 3 anos para ser comercializado.
Depois de divulgado no site da universidade, Nicole foi procurada por jornalistas locais para dar entrevistas, fazer videos explicativos e visitar outras universidades. "Um dia estou em um laboratório, outro dando uma palestra e outro em Tiwan."
Nicole foi eleita a Jovem Líder em assuntos de meio ambiente e mudança climática do ano na Austrália, ganhou o título de jovem cientista da Austrália, conhecido no país como Oscar da ciência,e ganhou o prêmio jovem do ano pela revista australina People's Choice.
Hoje com 24 anos faz doutorado, é professora, é assintentee de ética na fabricação de energia sustentavel em países desenvolvidos, dá palestras e ainda tira tempo para fazer corrida de carros movidos a energia solar.

"Quero ver a energia solar se tornar fonte de energia de grandes proporções", diz. "Com eletricidade, podemos ouvir rádio e saber o que acontece a nossa volta. Podemos ler à noite. Não precisamos ficar inalando o querosene dos lampiões e poluindo a atmosfera. Podemos armazenar vacinas para curar doenças". Agora seu objetivo é tornar o iJET popular antes de completar 30 anos de idade.
Será que ela consegue?
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Tecnologia e ecologia de mãos dadas.

Há um tempo enquanto lia a alguns textos nos blogs que gosto vi um link de um site ecologico, o ecoplanet, que por algum motivo sumiu do mapa, ou sou eu não consigo entrar nele.
Mas lá vi coisas que nunca imaginei que seria verdade.
Vamos ao que interessa:
A impresa ReNu, criadores de produtos solares, inventou uma caixa de som movida a energia solar.

"O aparelho de som possui uma entrada para iPhone, iPod Touch ou qualquer outro dispositivo de áudio com entrada para fone de ouvido e um adaptador. O alto falante tem 60 watts de potencia e mede 90 cm de altura. Ele possui um display em LCD e painéis fotovoltaicos que geram energia a partir da luz solar. 20 horas de exposição direta ao sol ou 40 horas de exposição indireta são suficientes para até cinco horas interruptas de musica em alto volume e 12 horas em volume normal.
Caso a bateria acabe no meio da sua música favorita, é possível recarregar a caixa de som em três horas e gerar energia para mais três horas de musica em volume normal, ou ainda (em ultimo caso) conectá-la na tomada comum.
O ponto negativo fica por conta do preço – o Reverb irá custar RS$ 2.229. Os interessados já podem fazer a reserva do produto no site da Regen, e aguardar ele chegar ao mercado, em abril de 2010."
sábado, 7 de novembro de 2009
Gente nova
Vocês devem estar se perguntando quem é essa individua intrometida que está redigindo esse texto. - ainda se diz redigindo? - Bom, eu Chrisitana, pode me chamar de Chris, estarei aqui no Reciclagem postando textos super interessantes.
Sou completamente doida, aviso desde já, mas não no sentindo literal da palavra, só doida por notícias, sejam elas quais forem. E ultimamente as que andam chamando mais a minha atenção são as que estão relacionados ao meio ambiente em geral.
Tenho outros blog's, blogspot à fora como o medodesonhar, o once upon a time (é imprestado pela Iana) e o so entre blogueiras, sou fã de morrer do Nx, de árvores, de cheiros - sei que é estranho - , histórias sem final feliz, de cozinhar e a saga de Crepúsculo, mas não esperem me ver falando de Edward Cullen por aí, isso é pura perda de tempo.
Nasci exatos 18 anos atrás - parabéns pra mim - em uma cidade minúscula que não tem nada pra ver,bem no interiorzão de São Paulo, chamada erronemanete de Itú que por acaso é cercada de um verde acidentalmente considera Mata Atlêntica e pelo rio Tietê.
Por hoje é só. Na próxima vez que aparecer aqui estarei contando pra vocês sobre um lançamente super legal pra ser usado dentro e casa que todo adolescente vai amar.
Sou completamente doida, aviso desde já, mas não no sentindo literal da palavra, só doida por notícias, sejam elas quais forem. E ultimamente as que andam chamando mais a minha atenção são as que estão relacionados ao meio ambiente em geral.
Tenho outros blog's, blogspot à fora como o medodesonhar, o once upon a time (é imprestado pela Iana) e o so entre blogueiras, sou fã de morrer do Nx, de árvores, de cheiros - sei que é estranho - , histórias sem final feliz, de cozinhar e a saga de Crepúsculo, mas não esperem me ver falando de Edward Cullen por aí, isso é pura perda de tempo.
Nasci exatos 18 anos atrás - parabéns pra mim - em uma cidade minúscula que não tem nada pra ver,bem no interiorzão de São Paulo, chamada erronemanete de Itú que por acaso é cercada de um verde acidentalmente considera Mata Atlêntica e pelo rio Tietê.
Por hoje é só. Na próxima vez que aparecer aqui estarei contando pra vocês sobre um lançamente super legal pra ser usado dentro e casa que todo adolescente vai amar.
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